sábado, 10 de novembro de 2012

Queria que minha vida fosse igual a L'óreal Paris: 5 problemas, 1 solução


Foto: Sinceramente? Sou, assumidamente, fã dos cachorros convictos. Isso mesmo, do cara que te diz que não quer se envolver, com todas as letras. Que gosta de você, da noite, das bebidas, das biscats e não esconde isso, pelo contrário. Não, quando eu gosto mesmo de alguém, não sou do tipo desapegada por natureza e me dá nos nervos aturar esse tipinho de vida, quase sempre. Também passo longe de fazer a linha não-ciumenta, let it be. Gosto de romance, mimimi, cinema, clichês, pronomes possessivos. Mas é que entre todas as coisas que eu gosto, tem uma que eu não abro mão: Sinceridade. E, por isso, prefiro um filho da puta sincero do que um príncipe de mentirinha. Prefiro poder ficar em paz e saber que tudo que ele diz provavelmente é verdade mesmo, porque dificilmente são coisas bonitas e, quando são, tem muito valor, porque são raras e não complemento do "Bom dia". Não tô com um santo, mas sei todos os pecados pela boca dele, sem disse-me-disse, sem ter que pagar de detetive. Acho que é um tanto quanto tranquilizador você saber exatamente o tipo de pessoa que tem do lado, entende? Não tenho paciência ou conformismo pra aguentar o cara perfeito, falando coisas perfeitas, fazendo juras de filme, com promessa de filhos correndo pela casa e um cachorro no quintal. Eu ia surtar todos os dias, tentando descobrir quem é ele longe de mim, porque ele é homem e tudo isso tá muito errado. Não ia conseguir achar lindo, morrer de amores e ponto, topar ser resgatada da torre, com um sorriso de canto a canto. Tipo de gente e de história que não me convence: "Encantada". Acredito em fidelidade, acredito e espero. Felicidade a dois, cumplicidade e todas essas coisas. Mas somos todos vacilantes e ninguém aqui é personagem de um filme de romance, então vamos nos poupar. Vou te contar, eu amo flores. Mas amo muito mais a verdade.

Marcella Fernanda
Sinceramente? Sou, assumidamente, fã dos cachorros convictos. Isso mesmo, do cara que te diz que não quer se envolver, com todas as letras. Que gosta de você, da noite, das bebidas, das biscats e não esconde isso, pelo contrário. Não, quando eu gosto mesmo de alguém, não sou do tipo desapegada por natureza e me dá nos nervos aturar esse tipinho de vida, quase sempre. Também passo longe de fazer a linha não-ciumenta, let it be. Gosto de romance, mimimi, cinema, clichês, pronomes possessivos. Mas é que entre todas as coisas que eu gosto, tem uma que eu não abro mão: Sinceridade. E, por isso, prefiro um filho da puta sincero do que um príncipe de mentirinha. Prefiro poder ficar em paz e saber que tudo que ele diz provavelmente é verdade mesmo, porque dificilmente são coisas bonitas e, quando são, tem muito valor, porque são raras e não complemento do "Bom dia". Não tô com um santo, mas sei todos os pecados pela boca dele, sem disse-me-disse, sem ter que pagar de detetive. Acho que é um tanto quanto tranquilizador você saber exatamente o tipo de pessoa que tem do lado, entende? Não tenho paciência ou conformismo pra aguentar o cara perfeito, falando coisas perfeitas, fazendo juras de filme, com promessa de filhos correndo pela casa e um cachorro no quintal. Eu ia surtar todos os dias, tentando descobrir quem é ele longe de mim, porque ele é homem e tudo isso tá muito errado. Não ia conseguir achar lindo, morrer de amores e ponto, topar ser resgatada da torre, com um sorriso de canto a canto. Tipo de gente e de história que não me convence: "Encantada". Acredito em fidelidade, acredito e espero. Felicidade a dois, cumplicidade e todas essas coisas. Mas somos todos vacilantes e ninguém aqui é personagem de um filme de romance, então vamos nos poupar. Vou te contar, eu amo flores. Mas amo muito mais a verdade.

Marcella Fernanda

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A melhor saída é seguir em frente, SEMPRE !

“Isso não é amor, isso é vício. Se todo dia você toma um choque na tomada de casa, vai acabar achando que precisa disso pra viver. Mude seu foco!”

- Tati Bernardi.

578649_10150789874206293_1916940226_n_large“Eu queria estar ali, sempre ali, seja pela manhã, pela tarde ou noite. Queria estar em todas as ruas que você vai virando e procurando o espaço certo para atravessar e algum rumo para acabar. Eu queria estar no café-da-manhã e na janta, no filme e na música, no passeio ou na cama, no cheiro de comida queimada ou no perfume entre as páginas de livros. Você guarda um lugar para mim nas suas coleções de alguma coisa? Você me coleciona, se eu pedir? Não peço mais nada, sou a criança comportada que quer somente a cama quentinha. Eu queria me levar até você, mas ainda estou procurando uma forma de me levar até a cozinha, por enquanto. Depois até a porta passando pela sala, após virá a rua, a estrada, o destino, e assim eu vou. Tentando chegar até você, eu não canso de ir.”


- Camila Costa.
E quando perceber que fez a escolha errada, retorne. Não procure atalhos para recuperar o tempo perdido. Refazer o mesmo caminho pode revelar as possibilidades que você deixou de escolher.
Abner Santos